Eleições 2010

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Agnelo consegue atestado do TCU

Eleições 2010, TCU, TRE em 19/07/2010 às 16:48

Os advogados do candidato petista ao GDF, Agnelo Queiroz, já têm em mãos o principal documento para a ação que vão entrar contra o PTdoB. Eles receberam Tribunal de Contas da União uma certidão atestando que não há, no tribunal, contas rejeitas da gestão de Agnelo Queiroz no Ministério dos Esportes. O documento, reforçado pelo atestado de regularidade eleitoral entregue pelo Ministério Público Eleitoral, derruba o argumento do pedido de impugnação contra a candidatura de Agnelo Queiroz, apresentado pelo PTdoB no Tribunal Regional Eleitoral.

O coordenador jurídico da Coligação, Luis Alcoforado, explica que a ação contra o PTdoB será por exercício temerário do Direito. “Este documento é mais uma prova de que o pedido de impugnação é uma fraude”, explicou.

No DF, 614 com contas irregulares

TCU, TSE em 22/06/2010 às 9:17

O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Ubiratan Aguiar, entregou nessa segunda-feira (21) ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, a relação de gestores públicos, ocupantes de cargos ou funções, que tiveram suas contas julgadas irregulares.

Ao todo, foram 7.854 condenações, sendo 614 no Distrito Federal. Entre elas a do ex-deputado distrital Wigberto Tartuce (PMDB) e do ex-diretor do Departamento de Estrada de Rodagens Brasil Américo. o TCU alerta que a decisão pela inelegibilidade desses gestores é competência exclusiva da Justiça Eleitoral. Para conferir a lista inteira clique aqui.

TCU aponta fraude no TJDF

TCU, TJDFT em 09/04/2010 às 9:02

Do Estado de S, Paulo: Em meio à crise provocada pelo esquema de corrupção no Distrito Federal, o Poder Judiciário de Brasília é alvo de suspeitas de fraudes milionárias na folha de pagamento. Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta irregularidades em todos os níveis do quadro do Tribunal de Justiça do DF (TJ-DF): desembargadores, juízes e servidores.

Os prejuízos aos cofres públicos chegariam a, pelo menos, R$ 65 milhões por ano. “Configurou-se a existência de atos praticados ao arrepio da lei”, diz relatório final da investigação do TCU.

Na última terça-feira, o TCU publicou, no Diário Oficial da União, a decisão aprovada no dia 31 de março em que respalda a auditoria - realizada entre 2008 e 2009 - e determina ao TJ a devolução de dinheiro, além de mudanças internas para se adequar à lei e sanar as irregularidades no prazo de 60 dias.

A investigação identificou magistrados com gratificações ilícitas e acúmulo de cargos no serviço público, além de 120 servidores com salários acima do teto constitucional e promoções de carreira cinco vezes maior do que deveriam ser dadas aos funcionários do tribunal.

O desembargador Asdrúbal Zola Vasquez Cruxen, que foi alvo da CPI do Judiciário há dez anos, é citado na auditoria pela suspeita de receber gratificação considerada ilícita e ter uma aposentadoria irregular. Segundo a investigação, o TJ do DF autorizou que ele e três magistrados computassem, no pedido de aposentadoria, o exercício de advocacia, sem apresentar comprovação de que recolheram à Previdência Social esse tempo de serviço.

O juiz Sebastião Coelho da Silva teria computado 11 anos sem comprovação. Afastado sob suspeita de venda de sentenças, o juiz Jorge Corrêa Riera não atestou quatro anos, assim como o desembargador José Wellington Medeiros de Araújo, aposentado compulsoriamente por suposto envolvimento com grilagem de terras em Brasília. De acordo com o TCU, eles receberam ainda um reajuste irregular de 17%.

A auditoria do TCU identificou acúmulo de cargos públicos - vedado pela lei - por parte de magistrados e servidores. O juiz Iran de Lima, diz o relatório, recebeu por um ano - no período de 2007 a 2008 - aposentadoria do TJ do DF e da Sub procuradoria da Fazenda Nacional. Seu colega Benito Augusto Tiezzi, segundo a investigação, aparece com duas aposentadorias: uma pelo TJ do DF e outra, também como juiz, pelo TJ do Rio de Janeiro.

A auditoria aponta que essas irregularidades decorrem, principalmente, da “inércia” dos administradores do tribunal de Brasília. “Não agiram no sentido de interromper os pagamentos”, afirmam os técnicos do TCU.

“Registre-se, ainda, que as irregularidades apontadas neste relatório poderiam ser em número bem menor ou talvez nem existissem se a Secretaria de Controle Interno do TJ-DF exercesse as suas competências constitucionais”, diz o relatório do TCU.

O orçamento anual da folha de pagamento é de R$ 850 milhões. Segundo a auditoria, R$ 30 milhões foram gastos com o pagamento de uma parcela de 10,87% - autorizada pelo comando do TJ - sobre os salários dos funcionários “sem amparo legal e constitucional”. “Esse fato, além de gerar a obrigação de ressarcir o erário pelos danos, possibilita a aplicação de multa aos administradores”, diz a investigação.

No acórdão publicado terça-feira, os ministros do TCU não aceitam as justificativas do TJ-DF sobre o pagamento de salários acima do teto constitucional a 116 servidores. A Constituição Federal proíbe que alguém receba no serviço público mais do que R$ 26,7 mil, o salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal.

A investigação identificou ainda funcionários de cargos de confiança recebendo gratificações exclusivas de servidores de carreira.

Petistas procuram TCU

Câmara Legislativa, TCU em 02/02/2010 às 20:36

A bancada do PT na Câmara Legislativa, agora liderada pelo distrital Paulo Tadeu, se reúne na manhã desta quarta-feira (3) com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Ubiritan Aguiar. Os petistas vão entregar ao TCU uma representação semelhante àquela entregue à Controladoria Geral da União, com o pedido para que as empresas envolvidas nas denúncias da Caixa de Pandora sejam consideradas inidôneas e não possam fazer novos contratos com o governo. O pedido é também para que o TCU acompanhe as investigações na cidade, como órgão de controle externo que é.

MPU pede investigação na Saúde

GDF, Saúde, TCU em 30/09/2009 às 22:23

O Ministério Público da União (MPU) enviou nesta quarta-feira (30) uma representação ao Tribunal de Contas da União (TCU) para investigar os indícios de irregularidades na Secretaria de Saúde do Distrito Federal. A representação foi baseada em denúncia feita pela líder do PT na Câmara Legislativa, Erika Kokay, no MPU no início deste ano. No documento ao tribunal, o procurador Marinus Eduardo De Vries Marsico afirma que uma análise preliminar na documentação entregue ao Ministério Público apontou indícios de possível utilização irregular de recursos federais na gestão da Saúde no DF. Mas como a competência para apuração seria do tribunal, repassou o caso aos ministros do TCU.

Ajuda de especialistas

Câmara Legislativa, MPDFT, TCDF, TCU em 11/09/2009 às 18:45

Na reunião de segunda-feira (14), o presidente da CPI Digital, deputado Patrício (PT), deve encaminhar também pedidos de acompanhamento dos trabalhos da comissão aos órgãos de fiscalização de recursos públicos. Os distritais querem a ajuda do Tribunal de Contas do DF, do Tribunal de Contas da União, do Ministério Público do DF e da Polícia Federal para analisar as informações que forem sendo coletadas.

Secretários terão de devolver R$ 19 mi

GDF, TCU em 04/09/2009 às 10:53

Mais uma do Correio BrazilienseO Tribunal de Contas da União (TCU) determinou ao secretário de Fazenda, Valdivino de Oliveira, e ao ex-secretário de Planejamento Ildeu Leonel Oliveira Paiva a devolução de R$ 19 milhões aos cofres públicos referentes a pagamentos de gratificações aos comandantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do DF. Os ministros do TCU consideraram indevidos os pagamentos dos benefícios com recursos do Fundo Constitucional do DF.

Sob a relatoria do ministro Benjamin Zymler, o processo tramita desde 2002 graças a uma representação do procurador da República Francisco Guilherme Bastos. O TCU considerou que o GDF tem a prerrogativa de estabelecer gratificações para servidores da área de segurança desde que o benefício seja garantido por recursos do orçamento local. Qualquer aumento salarial das forças policiais mantidas com verbas da União precisa de autorização prévia do Congresso Nacional.

O processo se refere a pagamentos efetuados entre janeiro de 2000 e maio de 2002 da gratificação de representação pelo exercício de função militar no gabinete do governador. No processo, Valdivino afirmou que houve apenas um procedimento contábil de alteração nas fontes de pagamento que não causou prejuízo ao erário, já que os valores repassados pela União são suplementados pelo Tesouro local.